miguel palma

miguel palma

obras

Volta ao mundo, 2017
Fibras compostas, tecido, espuma, metais, alumínio, ventoinha, motor, cabo elétrico.
182 x 167 x 70 cm

Projecto Sementeira, 2006
Dispostivo agrícola, metal, plástico, baterias, sistemas elétricos e eletrónicos, caixa de madeira com luvas, outros materiais
200 x 380 x 150 cm

Compressão, 2009
Globo terrestre insuflável e tripé.
90 x 40 x 40 cm

Shell (Garage Kit) #1, 2015
Madeira, borracha, sistemas elétricos e eletrónicos, miniatura de garagem da década de 1960, alumínio.
160 x 46 x 48 cm

Alvo (Target), 2019
Brocas manuais, MDF e tinta acrílica.
185 x 120 x 42 cm

Série Aviões #9, 2007
Acrílico e colagem sobre papel
74 x 60 cm

Série 100 Drawings, Not 100 Percent Sure, 2012
Colagem e acrílico sobre papel
56 x 76 cm

Mapas, 2007
Colagem e acrílico sobre papel
70 x 100 cm

S/ Título #2 (Waste), 2018
Grafite e colagem sobre papel
56 x 76 cm 

bio

Miguel Palma (Portugal, 1964)

Miguel Palma é um artista que se apropria das narrativas de uma modernidade em permanente consulta para melhor refletir sobre o presente, é claramente fascinado por ícones da modernidade clássica: o mundo da aviação, o automóvel, a arquitetura, a natureza (mais ou menos domesticada) e a tecnologia em geral.

Também é possível constatar uma visão por trás da sua prática artística que, em muitos aspetos, é muito semelhante à do colecionador. Produz peças e inventa máquinas raras, restaurando objetos antigos de modo a transformar estes artefactos em objetos de colecionador. No seu trabalho, o ato de criação e o da apropriação são inseparáveis e as linhas que tão claramente se desvinculam destes dois processos são difusas. A criatividade de Palma desenrola-se numa pulsão construtiva que convoca e problematiza conceitos como o progresso, a degeneração, a velocidade e o fracasso, mas também apresenta uma preocupação com a natureza e a ecologia. Simultaneamente, estas imagens sobrepõem-se a um tema significativo que sobrepõe ao seu trabalho: o humor. Esta é a ferramenta que permite a Palma abordar em motivos tão importantes com aparente leveza e ironia, especialmente presentes nos seus desenhos. Com uma carreira de mais de três décadas, as suas obras cobrem diferentes meios de comunicação, como escultura, vídeo, instalação, desenho e performance. Está representado em muitas coleções públicas e privadas, nacionais e internacionais, como a Fundação de Serralves (PT), Coleção Berardo (PT), Fundação Calouste Gulbenkian (PT), Museu Nacional de Arte Contemporânea (PT) Centro Pompidou (FR), FRAC – Limousin (FR), FRAC – Centre (FR), IAC – Institut d’Art Contemporain (FR), CCC – Centre de Création Contemporaine (FR), CGAC – Centro Galgo de Arte Contemporânea Contemporneo (FR), CCC – Centre de Création Contemporaine (FR), CGAC – Centro Galego de Arte Contemporânea (ES) Colección ARCO (ES), MUDAM – Musée D’Art Moderne Grand-Duc Jean (LU), ASU Art Museum – Arizona State University Museum (EUA), Phoenix Art Museum (EUA), entre outros.

 

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